Erzébet Bathory

 

Nas ruínas do Castelo de Čachtice

Em folhas perdidas da história

Vive a lenda de uma Condessa

 

Que no sangue virgem derramado

Escondia uma sórdida fraqueza

Uma rara condição de maldade

 

Imersa em sangue se banhava

E das jovens as vidas roubava

Acreditando na beleza eterna

 

Os gritos guardou no coração

E as lágrimas no confinamento

Quando teve a sentença hedionda

 

O resto dos dias na masmorra

Ainda que a morte como final

A beleza antes levada pelo tempo.

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