Meia-Noite

Nas profundezas do abismo negro,

Entre vapores oriundos do medo,

Onde o mal infecta os corações,

Adormecidas criaturas despertam.

Fundidas entre realidade e sonho,

Roubam os gritos sufocados sem ar.

O toque sutil na sua face paralisada,

Na sepultura silenciosa te observa,

Horrível e pálida criatura angustiada.

Farta, para o olho entreaberto revela-se,

Entidade maligna que na mente fecundaste.

 

 

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